quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Professores do Carneiro Martins presentes na Manifestação em Curitiba



Professores: Nivaldo, Orlei, João Mendes, Nereu, Johann
Eliane, Karina, Lislaine, Jucieli.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Nova rodada de negociações entre Governo e APP acontece hoje

Tentativa de acordo inclui a liberação de R$ 70 mi para pagar as rescisões de professores PSS. Categoria espera resolver mais pendências; Passeatas em Curitiba e Guarapuava mobilizam professores



Na terceira rodada de negociações com o sindicato dos professores (APP-Sindicato), prevista para a manhã desta quarta-feira (25), o governo estadual proporá um novo cronograma de pagamento de atrasados. Segundo a administração estadual, ainda nesta terça-feira (23) foram liberados R$ 70 milhões do Tesouro para quitar as rescisões de contrato dos mais de 29 mil docentes temporários, admitidos via Processo Seletivo Simplificado (PSS), que lecionaram no estado ao longo de 2014.
Segundo a assessoria da Casa Civil, o governo liberou também R$ 12 milhões para pagar férias atrasadas de novembro e dezembro de vários servidores públicos.
Ao lado das negociações, o sindicato da categoria pretende realizar passeatas em Curitiba e no interior do Estado, incluindo Guarapuava com ações da Unicentro.
A proposta que será levada à mesa de negociações, no entanto, engloba ainda o pagamento de R$ 116 milhões até o dia 31 de março e mais R$ 40 milhões em abril. Esses pagamentos são referentes às férias vencidas e não pagas aos professores. Esses recursos serão liberados de forma cronológica para os professores. Ou seja, quem está há mais tempo sem receber vai conseguir seu direito antes.
A reportagem procurou o secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra, para obter mais detalhes sobre as propostas da administração estadual, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
A reunião de desta quarta-feira entre governo e professores é a terceira tentativa de um acordo entre as duas partes. A greve na rede estadual de educação está na sua terceira semana.
Na primeira negociação, realizada no dia 19, houve comprometimento apenas na manutenção dos direitos trabalhistas dos servidores, que ficaram sob ameaça de um “pacotaço” de medidas de austeridade fiscal, enviado pelo governo à Assembleia Legislativa e que foi retirado após pressão de uma grande manifestação.
A segunda reunião foi realizada no dia seguinte, quando o governo recuou em divergências com o sindicato da categoria, APP-Sindicato, sobre o porte das escolas. No entanto, não houve avanço na pauta financeira. Esse assunto deve ser discutido nesta quarta-feira, às 10 horas, no Palácio Iguaçu.

APP, Gazeta do Povo e AEN


Fonte: http://centralcultura.com.br/default.asp?id=35779

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Votação da Câmara de Vereadores de Guarapuava - 23/02


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Ser Professor, segundo Alexandre Garcia

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Agenda da Greve para Segunda-Feira, 23


Vídeo sobre as Manifestações. Assista!

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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Encerramento do Jornal da RPC TV de Sexta-Feira, dia 20

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Sobre a Greve!


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

TC aprova auxílio-moradia para conselheiros, auditores e procuradores

Não será preciso prestar informações sobre a destinação do recurso extra; 20 pessoas receberão 4.377,74 a mais por mês



O Tribunal de Contas do Estado (TC) decidiu na tarde desta quinta-feira conceder auxílio-moradiapara seus conselheiros, auditores e procuradores. A proposta inicial previa um benefício equivalente a 15% dos vencimentos, mas foi alterada para se adequar a parâmetros nacionais. Vinte pessoas serão beneficiadas com um acréscimo de R$ 4.377,74 nos vencimentos. Não será preciso prestar informações sobre a destinação deste recurso extra. O processo foi relatado pelo conselheiroFernando Guimarães.
O Ministério Público de Contas (MPC) apresentou alterações para adequar o benefício aos parâmetros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Pela proposta inicial, os conselheiros e o procurador-geral do MPC receberiam um benefício superior ao que ganha os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A redução foi de pouco menos de R$ 200.
A decisão foi tomada pelo tribunal pleno da instituição, formado pelos sete conselheiros do TC – que serão diretamente beneficiados pelo auxílio. Além dos conselheiros, também receberão o auxílio-moradia os auditores, que hoje são três, e os procuradores do Ministério Público de Contas (MPC), um corpo de dez servidores. O custo anual aos cofres públicos será de cerca de R$ 1 milhão.
O benefício não será aplicado automaticamente. Segundo Guimarães, é preciso que seja apresentado um requerimento solicitado a aplicação do benefício. Feito isso, cabe ao presidente, Ivan Bonilha, aplicá-lo – desde que haja disponibilidade orçamentária. A resolução não fala se haverá ou não pagamentos retroativos.

Direito

Para Guimarães, trata-se apenas da aplicação de um direito que já existe em outros tribunais de contas, no Poder Judiciário e no Ministério Público (MP). “A resolução nada mais fez do que aplicar ao TC tudo o que está sendo aplicado no Brasil e no Paraná”, afirma. De acordo com ele, caso o STF decida aumentar, reduzir ou mesmo extinguir o benefício, as alterações valerão também para o TC, em “efeito cascata”.
Apesar de ter autonomia orçamentária, o TC é custeado quase exclusivamente por recursos repassados pelo governo do estado – que vive um momento de crise fiscal. Guimarães admite que a decisão pode não ser bem compreendida pela população, mas defende que, se não for aplicado logo, o auxílio pode gerar um passivo para a instituição no futuro. “Se nós analisarmos assim, ficaríamos defasados em relação aos outros poderes”, afirma. “A melhor resposta que podemos dar à população é trabalhar com eficiência.”
Em tese, trata-se de uma verba indenizatória. Na prática, porém, o auxílio-moradia é uma espécie de “aumento extraoficial” de salário. Por um lado, toda a estrutura do TC está na capital – ao contrário do MP ou do Poder Judiciário. Além disso, assim como nos outros poderes, não será preciso justificar o gasto desse benefício – ou seja, esse valor poderá ser gasto com qualquer coisa.
“Que esse direito pode ser interpretado assim, é fato. Se fosse um ato isolado [do TC do Paraná], poderia até ser questionável. Mas veio de Brasília a obrigação de aplicar essa medida”, afirma Guimarães. Ele diz, também, que, por ser atrelado ao salário dos ministros do STF, os vencimentos dos conselheiros foram reajustados abaixo da inflação ao longo dos últimos 12 anos.

Gazeta do Povo


Fonte: http://centralcultura.com.br/default.asp?id=35668

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Servidores em greve tomam as ruas de Guarapuava

Professores, funcionários, agentes penitenciários e servidores do Detran organizaram atos hoje na região; APP Sindicato, Sintesu, Sindarspen, Adunicentro, Sisdep organizam a mobilizam as categorias



Os servidores voltaram às ruas na manhã de hoje em todo o Estado do Paraná. Em Guarapuava, os professores e funcionários das escolas organizados pela APP Sindicato, Adunicentro e Sintesu divulgaram mais uma vez a pauta de reivindicações. Às 14h30 acontece a primeira rodada de negociações com o chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra em conjunto com as categorias sindicais, incluindo o Detran que também paralisou as atividades. O comando dos professores reforçou por meio de nota que a greve não encerra nesta quinta-feira (19).
A categorias devem permanecer paralisadas até o governo se comprometer com todos os itens da pauta, como afirma a professora Jianete Ribeiro, da diretoria da APP Sindicato em Guarapuava. “Até que enfim o governo resolveu abrir o diálogo, mas nós só vamos definir a continuidade ou não da greve após uma assembleia e depende muito de como as coisas serão conduzidas. É preciso condições para abrir as escolas e atender a nossa pauta na totalidade, para que se reveja o porte, o salário, número de alunos”, explicou.
O Detran paralisou as atividades ontem na região e somente serviços básicos estão funcionando. “Nós estamos dando continuidade a algo que começou em dezembro do ano passado. Agora inserimos em nossa pauta, reivindicações conjuntas com outros servidores do Estado, como a questão da previdência, que gera uma insegurança a trabalhadores que ficam 30 anos se dedicando ao Estado e não sabem se terão uma aposentadoria decente”, argumentou o dirigente sindical do Sisdep, Arnaldo Menon.
Na Unicentro, a manhã que teria a abertura do período letivo foi marcada por uma aula sobre a situação da greve no Paraná e o modelo de ensino superior que Governo pretende modificar. Durante a tarde, uma assembleia reunindo a Adunicentro e o Sintesu também discute os caminhos da paralisação.
Confira o que está na pauta da greve dos professores e funcionários estaduais:

PAUTA DA GREVE

1. Retirada ou rejeição dos projetos de lei PLC 06/2015 e o 60/2015 (a nomenclatura que receberam as duas mensagens enviadas pelo governador à Assembleia Legislativa do Paraná na última semana);
2. Pagamento imediato dos salários em atraso (PSS, 1/3 de férias, auxílio alimentação, conveniadas);
3. Retomada das negociações sobre os temas educacionais e a organização escolar;
4. Retomada do Porte das Escolas (tendo como referência mínima dezembro de 2014).

PONTOS IMEDIATOS PARA NEGOCIAÇÃO

1. Retomada imediata dos projetos educacionais e programas;
2. Abertura e reabertura de turmas/matrículas, contra a superlotação das salas de aulas;
3. Nomeados (as) de todos (as) os(as) concursados(as).

Fonte: http://centralcultura.com.br/default.asp?id=35662


Mobilização - dia 19/Fev


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

APP prepara manifestações em todo o Estado nesta quinta-feira (19)

Em Guarapuava, as ações deverão ocorrer em frente ao Núcleo Regional de Educação; Negociação com governo será pela manhã no Palácio do Iguaçu



A APP Sindicato prepara uma série de manifestações para esta quinta-feira (19) em todo o Estado para sensibilizar o Governo enquanto acontecem as negociações da pauta no Palácio Iguaçu. Essa será a primeira reunião de debate sobre as reivindicações da greve, que já dura mais de uma semana. Com muita organização e sob o comando da APP-Sindicato, a categoria obteve uma grande vitória na última semana. A retirada dos projetos que tramitavam na ALEP foi comemorada pelos milhares de pessoas que estavam na frente do prédio na última quinta-feira(12).
Mesmo durante o carnaval, dezenas de pessoas se revezam no acampamento montado em frente ao prédio do poder executivo. Diante da mobilização da categoria, o Governo do Estado chamou a direção da APP-Sindicato para um debate sobre a pauta da greve.
O comando estadual de greve – composto pela direção estadual da APP e por representantes de todos os núcleos sindicais - , reunido na última quinta-feira, decidiu que haverá, em todo estado, atos em frente aos Núcleos de Educação. Em Curitiba a concentração será em frente ao Palácio Iguaçu. O objetivo é mobilizar os mais de 100 mil trabalhadores(as) em educação no Estado, mostrar ao governo o quanto a categoria ainda permanece mobilizada e exigir o cumprimento das pautas aprovadas na assembleia em Guarapuava no último dia 07.
“Esta será apenas a primeira reunião de negociação da greve. Não tem nada definido. Após isso, a direção e o comando estadual de greve analisarão as propostas que o governo apresentar. A depender delas, o comando convoca uma assembleia da categoria afim de analisá-las coletivamente” ressalta o professor Hermes Silva Leão, presidente da APP-Sindicato. Segundo ele, se o governo não apresentar uma proposta que atenda o que a categoria está exigindo, não há condições de retornar as aulas. “Se não houver proposta, a greve continua!”, afirma Leão.
O comando de greve ressalta a importância de fortalecer os atos regionais neste momento. “Não está descartado um grande ato na próxima semana com toda a categoria reunida em Curitiba”, conta Marlei Fernandes de Carvalho, secretária de Finanças da APP. Segundo ela, este momento é crucial para reorganizar o movimento nas regiões, visitar as escolas novamente, conversar com a imprensa local e com a sociedade sobre os motivos de continuarmos na greve. “As pessoas em cada cidade precisam saber que as escolas estaduais não têm condições de iniciar o ano letivo, pois faltam professores, funcionários e até materiais básicos como papel higiênico”, ressalta Marlei.


Fonte: http://centralcultura.com.br/default.asp?id=35615